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8 de outubro de 2012

A PRIMEIRA REPÚBLICA EM FAFE RETRATADA EM LIVRO




“A Primeira República em Fafe – Elementos para a sua História” é um livro da autoria de Artur Coimbra, Daniel Bastos e Artur Ferreira Leite, editado pelo Núcleo de Artes e Letras de Fafe.

Esta obra reflecte muito do conteúdo que os mencionados historiadores apresentaram aquando do Curso Livre de História Local realizado em 2010.

Com o apoio das autarquias da cidade, Município e Junta de Freguesia, o livro será apresentado no Salão Nobre do Teatro-Cinema de Fafe, esta sexta-feira, 12 de Outubro, pelas 21h30.

Maria Alice Samara, investigadora da Universidade Nova de Lisboa, assinou o prefácio e estará presente na sessão de lançamento de uma obra que retrata tempos conturbados da 1ª República em Fafe (1910-1926).

17 de abril de 2011

DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

LANÇAMENTO DA OBRA “ÁGUAS PÚBLICAS E SUA UTILIZAÇÃO NO CONCELHO DE FAFE”




A Câmara Municipal de Fafe vai comemorar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, em 18 de Abril (segunda-feira), com o lançamento da obra Águas públicas e a sua utilização no concelho de Fafe. Um contributo do ponto de vista histórico-geográfico, da autoria do Professor Francisco da Silva Costa, docente do departamento de Geografia da Universidade do Minho.

O evento tem lugar na Biblioteca Municipal, a partir das 21h30.

A obra será apresentada pelo investigador Artur Ferreira Coimbra, que assina o prefácio.

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi criado a 18 de Abril de 1982, com o objectivo de sensibilizar o público para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para o esforço envolvido na sua protecção e conservação. O tema deste ano é Água: cultura e património.

É exactamente nessa linha que se enquadra a obra editada pela autarquia fafense, com o patrocínio da empresa Águas do Ave.

O livro parte de um brevíssimo enquadramento geográfico, natural, territorial e humano do município de Fafe, passando depois para a enunciação do quadro normativo e institucional relativo ao direito e gestão da água, desde o início do século XX.

O corpo da obra desenvolve-se em torno dos usos e ocupação do domínio público hídrico neste concelho, desdobrado nas mais importantes utilizações da água, nos seus cursos mais relevantes, sobretudo o Vizela, o Ferro, o Bugio e o Torto.

Fala-se, assim, da importância da rega dos campos, da cultura do linho, do papel dos moinhos de rodízio e azenhas, como espaços de actividade moageira, mas também de outros engenhos ligados ao aproveitamento das águas públicas como a serração e os lagares de azeite.

A obra aborda ainda o aproveitamento hídrico no contexto da indústria local, sobretudo a têxtil, bem como nas fábricas de papel, em Fareja e em Fafe, hoje desaparecidas. Algumas linhas são, de igual modo, dedicadas ao papel das pequenas centrais hidroeléctricas, como a de Santa Rita, mas também as das fábricas do Ferro e do Bugio, necessárias à laboração daquelas importantes indústrias, cujo auge decorreu em grande parte do século passado.

A publicação é ilustrada por dezenas de projectos apresentados para licenciamento no arco temporal compreendido entre os anos de 1903 e 1970.

O autor, Francisco da Silva Costa, nasceu em 1966, em França. Concluiu a licenciatura e o mestrado em Geografia na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Em 2008 terminou o doutoramento na área da Geografia Física e Estudos Ambientais, com uma dissertação intitulada “A Gestão das Águas Públicas – O caso da bacia hidrográfica do rio Ave no período 1902-1973”.

Faz parte do departamento de Geografia da Universidade do Minho desde 1998, exercendo nesta altura as funções de professor auxiliar.

Tem-se dedicado a várias temáticas, entre as quais se destacam o Domínio Público Hídrico, a gestão da água e o planeamento dos recursos hídricos, a educação ambiental e os riscos naturais.







































FONTE: Município de Fafe

25 de fevereiro de 2011

REVISTA DOM FAFES NASCEU HÁ 17 ANOS


O Município de Fafe estreou-se na publicação de uma revista cultural, a que deu o nome de DOM FAFES, em 1994, ano em que foi lançado o primeiro número.

A Revista DOM FAFES teve como Directores os Vereadores da Cultura que foram passando pela Casa Municipal de Cultura, tendo, desde sempre, a coordenação de Artur Ferreira Coimbra.

Na apresentação do primeiro número (1994), lê-se o seguinte …”O propósito desta publicação, de periodicidade anual, é acolher estudos e trabalhos de investigação sobre temas atinentes à História de Fafe, mais remota ou mais próxima. Pretende-se que os fafenses se conheçam melhor, mergulhem nas suas raízes, aprendam mais correctamente a sua identidade secular…DOM FAFES assume-se assim como uma revista com uma vertente marcadamente histórica, que não recusará, no entanto, a inclusão de textos de carácter cultural, na acepção mais global do termo.”

Atendendo ao facto de alguns dos números desta importante Revista se encontrarem esgotados, estando apenas disponíveis na Biblioteca Municipal, o Falaf, tirando bom partido das novas tecnologias, vai disponibilizar, on-line, em formato PDF, alguns dos números da Revista DOM FAFES.



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