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21 de fevereiro de 2014

O REI D. CARLOS I VOLTOU A FAFE EM 2012



Recriação das visitas do Rei D. Carlos I a Fafe (1906 e 1907), integrada no programa das "Jornadas Literárias de Fafe" em 2012. 

26 de fevereiro de 2012

JORNADAS LITERÁRIAS ARRANCARAM EM ABOIM



No final da tarde de ontem dia 25 de Fevereiro, o salão da junta de freguesia de Aboim recebeu algumas dezenas de pessoas que assistiram à primeira actividade no âmbito das III Jornadas Literárias Fafe 2012.
A Atriumemoria, pela pessoa de Jesus Martinho apresentou uma comunicação sobre Património de Aboim, uma viagem no tempo da pré-história à actualidade. Seguiu-se a intervenção de Jorge Miranda, responsável  pela remodelação do Museu de Aboim que levantou a ponta do véu referindo-se à concepção de desenhos animados que virão a ser apresentados nas futuras visitas das escolas àquele centro interpretativo do Povo e do Moinho de Aboim. Daniel Pereira Gonçalves, construtor do moinho de vento foi também visado na palestra de Jorge Miranda.  






Os cantares ao desafio remataram este agradável momento cultural.

Fotos: Sara Martinho



25 de fevereiro de 2012

III JORNADAS LITERÁRIAS MOBILIZAM O CONCELHO


 O início oficial do evento acontece em 9 de março, no Pavilhão Multiusos, com um grande espetáculo de música, dança, canto e poesia, em torno da cultura brasileira e com o título “A Volta das Caravelas” e que junta a comunidade escolar concelhia. A primeira semana das Jornadas, centra-se em atividades voltadas para a comunidade envolvente, incluindo o lançamento de obras literárias.
 Na noite de 15 de março, será a vez de um musical religioso, na Igreja Nova de S. José, intitulado «Homem de Palavra[s] - dito | escrito | feito», com organização da Kairos Produções Culturais.
Na noite do dia seguinte, o Teatro-Cinema de Fafe acolhe o evento “Com Fafe ninguém Fanfe”, uma recriação epocal, momento único em que Dom Fafe, personagem alegórica, recebe um conjunto de individualidades marcantes de todo um período áureo para a cidade: Fafe dos Brasileiros.
Na noite de 17 de março, realiza-se uma opereta com o título "Gata Borralheira"/Baile de época, recriação do espetáculo musical "Gata Borralheira" levada à cena, no dia 28 de Novembro, do ano lectivo 1965-1966, no salão dos Bombeiros Voluntários de Fafe, na festa de Natal da Escola Industrial e Comercial de Fafe, pelos seus alunos, e que tem organização da Associação dos Antigos Professores Funcionários e Alunos daquele extinto estabelecimento de ensino. Segue-se uma “noite brasileira», organizada pela Associação de Estudantes da Escola Secundária, nos bares da cidade. Recriação da vinda do Rei D. Carlos,
 em 18 de março Momento alto das Jornadas acontecerá na tarde de domingo, 18 de março, com a recriação de vinda do Rei D. Carlos a Fafe (a qual aconteceu em 1906 e 1907). Será a maior manifestação de cultura popular e de participação das freguesias. Milhares de pessoas estarão neste evento Depois da receção festiva ao rei D. Carlos I, na Praça 25 de Abril, segue-se uma grandiosa mostra etnográfica, associada a um permanente evento cultural promovido pelas Freguesias, instituições e associações. O desfile percorrerá a rota dos brasileiros, devidamente engalanada, e passará em frente ao palanque real, onde estarão o rei e as figuras ilustres fafenses de outras eras, devidamente recriadas. A segunda semana das Jornadas, estará mais voltada para o público escolar, com atividades nas próprias escolas em torno de autores escolhidos, espetáculos de teatro e outras realizações.Destaque merece o Dia Mundial da Poesia,
Em 21 de março, com poesia na rua, lançamento de uma coletânea de textos de estudantes e um grande espetáculo no Teatro-Cinema, com o título “Ama aventura no jardim mágico da poesia…”.
No dia 22, o Pavilhão Multiusos será palco de atividades de todas as escolas, com oficinas, encenações, música, poesia, exposições e documentários, além de uma feira do livro ao longo do dia. Já na reta final do evento,
na noite de 23 de março, de destacar o espetáculo Acordas & Danças, recriação de um baile renascentista, pela Escola Bailado de Fafe e Academia de Música José Atalaya. Na noite de 24 de março, tem lugar o espetáculo de encerramento das Jornadas, sob a epígrafe «As palavras e o tempo» e que inclui a execução da obra “Alma, Cantata Op. 23 (2008)”, interpretada pela  Orquestra e Coro da Academia de Música José Atalaya. Alma é uma obra centrada num original de Manuel Alegre. O título estabelece uma ligação ao poeta, sendo homónima de um dos seus romances relacionado com a sua terra natal, Águeda. As III Jornadas englobam ainda uma ação de formação (9 e 24 de março e 21 de abril) para professores e outros interessados, “da inspiração à criação: Fafe e o Minho na história, literatura e arquitetura” (conferências, debates, momentos culturais, tertúlias e encenações), bem como a inauguração do percurso pedestre “Os Caminhos de Camilo”.

23 de março de 2011

CARLOS AFONSO "TIMONEIRO" DAS JORNADAS LITERÁRIAS DE FAFE

Carlos Afonso malhou centeio em Aboim
e deu um "abanão" à Cultura fafense


As Jornadas Literárias de Fafe tiveram a colaboração de um conjunto de boas vontades que generosamente contribuíram para a construção de um evento gigantesco. Mas as Jornadas Literárias de Fafe têm um mentor, um timoneiro, um rosto: Carlos Afonso, um transmontano que diz ter Fafe no coração. Homem de trato simples, complexo na sua essência, pedagogo competente, prosador e poeta, Carlos Alberto Ferreira Afonso é Povo, é erudito, é sábio e admirador das coisas simples, meticuloso até à exaustão, um ser Humano que facilmente nos cativa pela sua invulgar humildade.

Carlos Afonso “sonhou e a obra nasceu”… e cresceu! Cresceu tanto que mesmo fungando-se ao protagonismo, – a que teria todo o direito – em final de festa foi muito justamente homenageado, sendo-lhe reconhecido o mérito de um trabalho generoso ao qual se entregou de corpo e alma, oferecendo a Fafe uma forma inovadora de fazer Cultura, num conceito “democratizante” que certamente terá continuidade, com maior visibilidade fora de Fafe… teria aqui falhado uma divulgação mais eficiente? Ou será que os órgãos de informação nacionais não ligam peva ao interior? Seja como for, certo é que este evento teria merecido maior cobertura pela comunicação social nacional.

20 de março de 2011

"MEMÓRIA DE UM POVO" ( 1ª Parte )



"A Cultura Popular é o reflexo de todo um passado que ainda mora no Minho profundo. Agarrados aos verdes graníticos da paisagem, as lendas, os usos, os utensílios, as danças, os trajes, a música, os sons, o pitoresco e muita História, são o rosto de um Povo com memória".

Deixamos aqui o primeiro vídeo de um espectáculo sem precedentes em Fafe, que evolveu o Povo, aquele que ainda conserva um Património imaterial que devemos recolher, preservar e transmitir às gerações futuras.

"Memória de um Povo" foi um evento Cultural que se realizou no Pavilhão Multiusos de Fafe, na noite do passado sábado 19 de Março, integrando o vasto programa das II Jornadas Literárias de Fafe, já na sua recta final.

19 de março de 2011

II JORNADAS LITERÁRIAS DE FAFE, "O MAIOR EVENTO CULTURAL DO CONCELHO"



Com a Organização do Município de Fafe, Escola Secundária, ACR de Fornelos, Escola Profissional e Todos os Agrupamentos de Escolas do Concelho, arrancaram na segunda-feira 14 de Março, as II Jornadas Literárias de Fafe. A edição deste ano pretende alcançar o envolvimento de todo o concelho e tem por objectivo principal, promover a Cultura e incentivar o gosto pela leitura entre a população em geral.

Na manhã da passada segunda feira, apesar da chuva, dezenas de alunos anunciaram as Jornadas literárias, numa arruada que saiu das instalações da Escola Profissional, distribuindo poemas e salpicando árvores com fitas multicolores. Foram os arautos das II Jornadas Literárias de Fafe, com declaração de abertura feita por Carlos Afonso, grande mentor e obreiro deste evento, acompanhado de Artur Ferreira Coimbra, representando o Município.

O primeiro dia deste evento cultural foi dedicado à Escola Secundária que teve José Saramago em foco e ao Colégio ACR de Fornelos com uma jornada dedicada ao escritor e poeta local Pompeu Martins. Durante a tarde, na Escola Secundária, assistiu-se a uma sessão solene no polivalente, onde foi lançado o número 4 da revista “ConVida”. Seguidamente, na biblioteca daquele estabelecimento de ensino, teve lugar uma tertúlia literária com a presença de vários autores locais apresentados por alunos.

Foi também inaugurada uma exposição intitulada “Saramago – O Homem e a palavra”.

Na terça-feira 15, o “Avalon Theatre Company”, apresentou, no Teatro-Cinema a peça “Murder at the Manor”, uma divertida representação, em língua inglesa, assistida por centenas de alunos do secundário.

Durante a tarde, realizou-se um recital de música e poesia na sede do Agrupamento de Escolas de Arões, focada em Rosa Lobato de Faria.

Há noite a Sala Manoel de Oliveira exibiu o documentário “José e Pilar”, realizado por Miguel Gonçalves Mendes.

Quarta feira 16, o Teatro-Cinema voltou a abrir as suas portas para receber duas sessões da peça “Auto da Barca do Inferno”, pelo Filandorra – Teatro do Nordeste, assistido por alunos de várias Escolas do Concelho.



Á noite o auditório da Biblioteca Municipal recebeu o escritor Moita Flores, numa sessão com muitas dezenas de pessoas que durante mais de uma hora ouviram atentamente as sábias palavras deste Homem que “está presidente de Câmara de Santarém”, ex investigador criminal e escritor com diversos títulos publicados: “Policias sem História”, “Filhos da Memória do Vento”, A Fúria das Vinhas”, “Mataram o Sidónio! Entre outros. O autor contou histórias da sua passagem pela investigação criminal, centrando-se no seu livro sobre a morte do ditador Sidónio Pais. O Alentejano Francisco Flores mostrou ser um positivista e não poupou criticas aos “apocalípticos” que todos os dias anunciam a desgraça, “como se o país acabasse amanhã”

Moita Flores acredita que Portugal dará uma boa resposta à actual crise, tal como o fez em alturas bem mais complicadas da sua História, referindo-se nomeadamente aos anos de 1918 e seguinte.

A sessão contou com a presença, na mesa, de Artur Coimbra que fez a apresentação do percurso do escritor e do Presidente do Município José Ribeiro que no final fez os devidos agradecimentos, afirmando, mais uma vez que “as Jornadas Literárias de Fafe são o maior evento Cultural do Concelho no qual se deve apostar, tornando-o ainda mais conhecido pelo país.



“Palavras com Liberdade”
Um Espectáculo Fabuloso



Na noite de segunda-feira, dia 14 de Março, o Pavilhão Multiusos, foi palco de uma das maiores enchentes de sempre, para assistir ao evento cultural “Palavras com Liberdade”, integrado no programa das II Jornadas Literárias de Fafe.

Milhares de espectadores e centenas de participantes, proporcionaram um espectáculo de belo efeito.

O evento começou com alguns breves discursos, que fecharam com palavras entusiasmadas do líder autárquico José Ribeiro, visivelmente agradado com esta realização, que, afirmou ser “a maior iniciativa cultural do concelho, com uma envolvência nunca antes vista”.

Uma interpretação do Hino Nacional e a apresentação das bandeiras dos diversos agrupamentos de Escolas pela secção de patinagem artística do Grupo Nun’ Álvares, abriram o espectáculo. Música, dança, tamborileiros, ginástica acrobática, artes marciais, bailado, poesia, coreografias e algumas palavras, foram protagonizadas por centenas de crianças e jovens, oriundos de diversas escolas e associações do município: Escola Secundária de Fafe, Escola de Santo Ovidio, Escola da Matriz, EB 2/3 de Arões, EB 2/3 de Revelhe, Associação Cultural e Recreativa de Fornelos, Centro Budo de Fafe, Academia de Música José Atalaya, Escola de Bailado de Fafe, Grupo Desportivo e Cultural Leões do Ferro, Grupo Cultural e Recreativo Nun’ Álvares, CNE – Agrupamentos de Reagadas, Estorãos, Paços e Moreira de Rei e Jardim de Infância Montelongo.




Um espectáculo fabuloso, realizado com prata da casa, amadora, que encantou o publico presente que mostrou seu agrado com fortes ovações.

A fechar esta noite fantástica, assistiu-se a um momento delicioso, com centenas de crianças vestidas de tradição e dançando temas bem conhecidos da nossa musica popular.